segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Que buscais? Jo 1.38

Em um mundo como este em que vivemos, cheio de vícios e pecados, servir a Deus com sinceridade tem se tornado um grande desafio para quem, verdadeiramente, renuncia a si mesmo para seguir, diligentemente, a Cristo. Muitos estão em busca de seus objetivos; traçando seus próprios planos, visando seus próprios interesses, porém, se esquecendo do propósito maior: buscar a Deus enquanto se pode achar (Is 55.6).
A descendência de Abraão, nos áureos tempos da manifestação do Verbo Vivo, mesmo vivendo em comunidade, divergiam-se no tocante ao advento do Messias. Uns aguardavam a vinda de um Messias político, que viria para reformar a nação e ainda favorecer somente os nobres. Outros esperavam que Ele viesse redimir a Israel de suas iniquidades. Entre esses tais estavam os dois discípulos de João Batista (André e certamente João, o filho de Zebedeu), os quais, ouvindo sobre o "Cordeiro de Deus" (Jo 1.29,36), "seguiram a Jesus" (Jo 1.37). Na Sua trajetória, Jesus percebe que dois varões O seguem, e, voltando-se para eles, pergunta-lhes: "Que buscais?" (Jo 1.38). O Divino Mestre não perguntou a quem estavam buscando e sim sobre o que estavam buscando. Em outras palavras, o Senhor estava querendo dizer: "O que exatamente querem da vida de vocês?", " Tem certeza do que estão procurando?", "aquilo que procuram significam muito pra vocês?".
Que buscais? É a indagação daquEle que nos amou primeiro, derramando Seu sangue em favor de nós. Que buscais? O que Jesus significa para mim? O que significa ser crente para mim? Que buscais? É o maior propósito do meu coração servir, com amor, ao Senhor? Com sua voz troveja Deus ao longo dos séculos dizendo aos homens: que buscais? Qual é o teu propósito para comigo?
Em tempos que o amor de muitos está se esfriando (Mt 24.12), o Bondoso Salvador ainda insiste em perguntar: Que buscais? O que, realmente, você quer da sua vida?
Estejamos certos acerca de nossas perspectivas no que tange ao Rei Eterno servindo-O incondicionalmente; como Abel, oferecendo ao Senhor as nossas primícias, como Abraão colocando o nosso Isaque no Altar e como Davi, ofertando ao seu Deus algo que tenha valor, porquanto, são dessas coisas que o Senhor Se agrada.

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Orando sem cessar

Conta-se uma lenda de que, na, Região Central da África(Incerto o País), havia um jovem africano, crente, servo de Deus, porém, não gostava muito de congregar tampouco dava importância a oração. Contudo, seu maior anelo era morar nas fronteiras de Moçambique, do que não tinha condições para tal. Mas, Tomado por esse grande desejo, resolveu percorrer as Matas Africanas, o que assim fez. Não hesitou, tendo arrumado suas coisas para as levarem consigo, partiu. E isso já no crepúsculo da tarde até o sol se pôr e não haver claridade para ele então discernir o caminho.
Tendo já chegado a noite, aquele jovem tão incauto, achava-se ofegante, não obstante a escuridão da noite, ele deparou-se com um animal, que, logo, concluira que era um leão. Imediatamente esse jovem se ajoelhou e orou como nunca havia orado em toda a sua vida de cristão. Curioso, abriu um de seus olhos e viu que o leão também estava de joelhos com suas patas dianteiras juntas uma na outra, orando.
Logo, o rapaz ficou corajoso e, apontando o dedo para aquele animal corpulento dizendo: "muito bem seu leão!!! Fico feliz em saber que o senhor também é crente!!! Ao que o leão lhe respondeu: "Não sou crente coisa alguma, a verdade é que eu costumo fazer as minhas orações antes das refeições!!!"
O resultado, todo mundo sabe...
À semelhança desse personagem, muitos procuram a Deus somente em momentos de crises e de adversidades, quando ele pode gozar de boas relações com o seu Criador mesmo quando tudo possa caminhar bem. É notório que muitos, dentro da casa de Deus, vivam a mesma condição que esse jovem africano, lembrando-se do Senhor apenas na hora do aperto e dEle se esquecendo nos bons momentos da vida, o qual Ele nos proporciona. Na sua primeira carta aos Tessalonicensses, Paulo diz: "Orai sem cessar". É preciso buscar a Deus, é tempo de buscar a Deus; de servi-Lo não importando os montes ou os vales da vida, pelos quais, importa que devamos passar.
O crente ora para ter comunhão com Deus, ele ora porque necessita de Deus, ele ora porque não é nada sem Deus e nem pode vencer sem a presença de Deus. Oração a todo o instante. Não estamos falando de fanatismo, nem tampouco de excesso de religiosidade, pelo contrário, estamos falando do que profetizou Isaías: "Buscai ao Senhor enquanto Se pode achar..." (Is 55.6).
Caro Leitor, esta é a verdade bíblica que deve ser praticada por todo o que se julga filho de Deus. Oremos, oremos, oremos!!! Necessitamos, necessitamos, necessitamos!!! Sim, de estar constantemente "ante o trono da graça, a fim de alcançar misericórdia e achar graça para sermos ajudados em tempo oportuno" (Hb 4.16).

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Uma Liderança de Sucesso

Quando o assunto é liderança, à luz das Escrituras Sagradas, entendemos que o termo em destaque repercute desde os alvores da criação. Ao criar o homem, o Senhor lhe diz as seguintes palavras: “Dominai a terra” (Gn 1.28). Vemos o Criador impondo a criatura racional a capacidade de liderar, chefiar, enfim, usar da autoridade por Ele conferida.
Daí por diante, o termo “líder” ecoa por toda a Bíblia Sagrada, quer seja no Velho ou no Novo Testamento.
Por se tratar de liderança cristã, a Bíblia nos dá exemplo de liderança e de um líder, tendo como base princípios que vão reger determinada tarefa em todos os seus aspectos. Ninguém assume tal dever se não tiver convicção; ela é a chave das atitudes positivas e a mola propulsora dos bons êxitos. A falta de convicção leva-nos ao desânimo, as incertezas e, consequentemente, ao fracasso.
Vendo que o Senhor lhe tinha dito que livrasse o Seu povo dos seus inimigos, Gideão recorre ao Senhor pedindo-Lhe uma prova se verdadeiramente Ele o escolhera para livrar a Israel dos seus opressores. A prova era: um velo de lã na eira; se nesta não houvesse orvalho senão apenas no velo de lã, logo concluiria que o Senhor o havia chamado para aquele determinado fim. “E assim sucedeu” (Jz 6.38), pois o Senhor fez cair em evidência o que o Seu servo tinha pedido. Isso motivou Gideão a ter plena convicção no chamado de Deus na sua vida, obedecendo fielmente ao Senhor dos Exércitos.
O perfil biográfico de Neemias é um reflexo das verdadeiras modalidades de um líder cristão face às atitudes que lhe são peculiares. Através desse exemplar servo de Deus, aprenderemos as características que destacam um autêntico líder cristão:
1) Neemias demostrava interesse pela situação – Ao chegar seus conterrâneos, Neemias indaga os mesmos acerca da situação de Jerusalém (Ne 1.2). Não foram seus irmãos que logo lhe informaram da tão grande penúria em que se encontravam os filhos de Israel, mas, Neemias, é quem faz uso da palavra procurando saber a condição da cidade de seus pais. O interesse precede o compromisso. Nenhum líder desinteressado pela causa se comprometerá em cumpri-lá adequadamente; cabe ao líder cristão, o interesse, a dedicação naquilo que está posto ao seu alcance fazer. Cabe, neste contexto, o trecho bíblico que diz: “Tudo quanto te vier a mão para fazer, faze-o conforme as tuas forças... “ (Ec 9.10).
2) Neemias demonstrava sensibilidade pela situação – “E sucedeu que,ouvindo eu estas palavras, assentei-me e chorei, e lamentei-me por alguns dias...” (Ne 1.4a). A sensibilidade é irmã gêmea da compreensão. Foi o que levou esse destemido servo de Deus a derramar lágrimas por algo que para ele muito significava. Se não demonstrarmos sensibilidade cristã naquilo que compromete a nossa função de líder cristão, seremos líderes apenas de título e nunca pelas suas evidências. É notório em nossos dias líderes cristão à mercê do ridículo em virtude da sua inflexibilidade e frieza de espírito.
3) Neemias demonstrava espiritualidade pela situação – “... e estive jejuando e orando perante o Deus dos céus” (Ne 1.4b). Em meio a tantas preocupações, Neemias se lança ao uso de duas grandes ferramentas espirituais: jejum e oração; se o líder cristão se mostrar negligente a essa coisas sempre será vencido pelo desespero, pelas incertezas, em decorrência dos muitos problemas que surgem. Líder que é verdadeiramente cristão é líder que sabe interceder e usa de abnegação nas funções que lhe são conferidas. De nada adiantará o lado moral se não houver o espiritual. Liderança cristã de sucesso é aquela que está sob orientação divina, se a isto o líder se aplicar.
4) Neemias demonstrava compassividade pela situação – (Ne 1.6). O termo compassividade se compatibiliza com esta condição; na sua oração intercessória, ele não denuncia somente os pecados do povo (“eles pecaram”), pelo contrário, ele se inclui na sua própria oração colocando-se na mesma condição que eles: “... pecamos contra ti” (Ne 1.6), “... nos corrompemos contra ti, e não guardamos os teus mandamentos...” (Ne 1.7). Esta é uma das grandes manifestações do verdadeiro cristianismo: o de não apontar os erros de outrem senão reconhecer primeiramente os seus. Há quem use o “eu” para motivo de vanglória, porém, Neemias é o tipo do eu cristão: “Também eu e a casa de meu pai pecamos” (Ne 1.6).
Neste presente contexto analisado, destaca-se a sinceridade de Neemias consigo mesmo e com seu próximo, tudo contribuindo em favor de socorrer seus irmãos que estavam carecendo de auxílio humano e espiritual.
Liderança cristã é responsabilidade, compromisso, questão de prudência e acima de tudo temor a Deus pedindo sabedoria e graça em todos os seus procedimentos.

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Aprendendo a confiar em Deus

Há dois séculos atrás permeiou por essa terra um homem chamado Jorge Muller, conhecido como "o apóstolo da fé"; homem de extrema confiança em Deus, que não fitava seu olhar nas dificulades senão no Todo-Poderoso. Comunhão com Deus para ele era sinônimo de vida vitoriosa em meio as escabrosidades do dia-a-dia.
Ocorreu um certa vez, desse homem de Deus atender a um convite para pregar a Palavra do Senhor em Toronto, Canadá. E como naquele tempo os navios eram embarcação a vela, demorava semanas ou até meses para chegar ao local de destino. E, neste tipo de embarcação estava Muller já de prontidão para atender o convite que lhe fora feito. No sábado daquela mesma semana em que ele havia embarcado precisava estar no Canadá. Como?
Pois grande era a neblina; a viagem demoraria meses. E importava muito para Jorge Muller estar em Toronto sem falha. Mas, vale a pena salientar aqui que, apesar de tudo, esse fervoroso homem de Deus manteve a sua fé inabalável; estava crendo que chegaria lá custe o que custasse!
Logo, Muller chegou ao comandante do Navio (que também era crente) e disse:
- Senhor Comandante, preciso estar em Toronto, no Canadá neste sábado sem falta.
- Impossível! Exclamou o Comandante.
- Pois bem, disse Muller, já que por esse navio não dá, o meu Deus providenciará um outro jeito de chegar lá.
- Como dizes isso? Não vês essa neblina? Indagou o Comandante.
- O senhor está olhando para a neblina, mas os meus olhos estão voltados para o meu Deus, o Qual, governa todas as circunstâncias da minha vida.
E prosseguiu Muller dizendo:
- Vamos orar senhor Comandante para que o Senhor retire esta neblina, eu preciso estar aonde eu devo estar!
Admirado com isso, o Comandante pensou consigo mesmo: De qual setor de doidos escapou este?
E, ainda admirado, ficou olhando aquele piedoso homem procurar um lugar para se ajoelhar e ali orar ao Deus do Céu. E quando se ajoelhou fez uma oração muito simples, como de uma criança que tem mais ou menos oito ou nove anos; orou assim:
- Deus, preciso estar em Toronto, no Canadá, sem falta, creio que seja a Tua vontade; retira esta neblina dentro de cinco minutos.
Vendo isso, o Comandante queria se ajoelhar para orar também, contudo, Muller se levantou e pôs a sua mão no ombro dele, dizendo:
- Não adianta mais o senhor orar nisso; primeiro, o senhor não crê que Deus vai fazer, segundo, eu creio que o meu Deus já fez! Levanta, senhor Comandante e abra cortina e verá que a neblina já desapareceu.
Curioso, ele se levantou para ver, e, grande foi o espanto quando abriu a cortina e a neblina já se havia desaparecido. E Jorge Muller estava sábado pregando no Canadá.
Muitas vezes, nos portamos como este homem, olhando para a neblina da vida, deixando de confiar no Deus do impossível. Sejamos confiantes em Deus não importa a crise a enfrentarmos, as dificulades, seja o que for. Jesus ainda está dizendo: "A minha graça te basta" (2 Coríntios 12..9); com essa tão grande riqueza chamada graça de Deus, venceremos, triunfaremos, prevaleceremos, pois, "maior é o que está em nós do que aquele que está no mundo" (1 João 4.4).

domingo, 4 de outubro de 2009

Os crucificadores do Messias - Hebreus 6.6

Já se fazem praticamente dois mil anos que ocorreu o mais agonizante acontecimento da história: a crucificação do Salvador. Convinha que tal fato se concretizasse em virtude de que, na terra, não havia justo algum, portanto, alguém, desprovido de pecado, viesse à terra e passasse pela matéria do sofrimento. Jesus, diante dos descendentes de Abraão, daqueles que, tempos atrás, contemplava tantos milagres feitos pelas mãos daquEle, o Qual, agora, estava sendo condenado, repudiado, sim, vilipendiado. Que razão teriam para crucificarem o Mestre? Com razão indagou Pilatos: "Mas que mal fez Ele?". Na verdade, bem sabemos que mal nenhum Ele e que os sofrimentos que nEle se cumpriram foram para que nós, salvos pela Sua Graça e redimidos pelo Seu sangue, levássemos em nós as marcas do Seu amor e compaixão.


Mas o escritor da carta aos Hebreus diz: "... pois, quanto a eles, de novo crucificam o Filho de Deus e O expõem ao vitupério" (Hebreus 6.6). Despertemos a nossa atenção para a expressão "de novo", mostrando que não somente uma vez crucificaram o nosso Mestre; exsite ainda "os crucificadores do Messias", os quais, na aparência, demonstram piedade e retidão mas na verdade, são como um judas traidor que rejeitam a Jesus. Para os tais, Jesus não passa de uma mera personalidade ou de um "homem qualquer" que, à semelhança dos outros, também permeiou por essa terra; Mas Ele é o Senhor do Universo, aquEle "que há de julgar os vivos e os mortos" (2 Timóteo 4.1), sim, o Rei da glória!


Por que o uso do termo "crucificar"? A cruz era um instrumento de suplício, usada pelos romanos, para, nela, crucificar os malfeitores uma vez presos por suas atitudes errôneas. Os judeus assim faziam também aos que faziam mal ao povo, pendurando-o, então, numa cruz. Porém, não podiam permanecer no madeiro, porque, segundo a Lei, era "maldito de Deus" (Deuteronômio 21.23), sendo, os corpos, tirados da cruz e encaminhado para a sepultura (Pois ficavam na cruz até expirarem).


Jesus não está mais na sepultura porque Ele ressuscitou; porém está sofrendo as dores da crucificação por aqueles que não reconhecem o Seu amor e nem desejam obedecê-Lo. Antes são ingratos e de espírito pervertido, contrário à sã doutrina; como a multidão que preferiu a Barrabás e menosprezaram a Cristo, assim são muitos que preferem o mundo, os vícios, as vaidades da vida, a prostituição, enfim,tudo aquilo que agrade a satanás e entristeça o Espírito de Deus. Portanto, não sejamos como muitos, camuflados na hipocrisia, dizendo servirem a Deus mas que são lobos devoradores. Sejamos sinceros e verdadeiros adoradores do Pai Eterno, pois o Lugar do Mestre não é mais na sepultura, mas, em nossas corações, para que O sirvamos com um espírito reto e voluntário.

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

O cristão e a sociedade

"Então a porteira disse a Pedro: Não és tu também dos discípulos deste Homem?..." (João 18.17)

Por onde andamos ou onde passamos, sempre somos interrogados acerca da nossa fé em Deus, da mudança de vida e tudo relativo a isso. Estamos vivendo tempos em que ser crente tem virado moda; um enorme número de pessoas que, de posse de uma Bíblia, dizem servir a Deus, porém, o seu coração não corresponde a vontade divina, elucidada nas Escrituras. Devemos entender que servir a Deus é questão de compromisso e de responsabilidade. Compromisso porque, a partir do momento em que nos entregamos a Jesus, tomamos a decisão de OBEDECÊ-LO em tudo, pois, nenhum servo que é servo faz o seu próprio querer e sim o de seu senhor; Responsabilidade porque disse-nos Jesus que somos a LUZ do mundo, logo devemos nos portar perante os pecadores com um modo de vida transformada por Deus mostrando que somos diferentes. Jesus não disse que somos transportadores da luz mas sim a luz, não apenas propagamos a mensagem do Evangelho como também somos a própria mensagem com nossa nova maneira de viver.
A pergunta que a porteira fez a Pedro é digna de nota: "... Não és tu também dos discípulos deste homem?..." (João 18.17); Pedro foi interrogado por aquela mulher em virtude dos discípulos de Cristo se destacarem entre as outras pessoas. Sim, podia-se distinguir os seguidores do Messias da multidão que andava atrás dEle procurando receber algo. Pedro não era da MULTIDÃO, mas sim daqueles que SEGUIAM o Salvador das nossas almas. Contudo, ouvindo a indagação daquela mulher, talvez pelo medo de ser criticado por outros que ali estavam, negou o Seu Mestre perante os tais. Jesus nos disse que não devemos nos envergonhar dEle, pelo contrário, mas, confessá-Lo como Senhor das nossas vidas (Mateus 10.30-32). Sempre haveremos de passar por desventuras como essa que Pedro passou; pessoas que ousam criticar a nossa fé, a nossa maneira de viver diferente da vida passada, cheia de vícios e pecados. Devemos ser ousados sempre declarando-nos como servo daquEle que entregou por nós, cujo sangue nos purificou das nossas mazelas, tornando-nos novas criaturas para glória do Seu nome (2 Coríntios 5.17).
Uma outra razão porque a porteira indagou a Pedro era nada mais, nada menos pra saber a convicçao daquele apóstolo, em outras palavras, ela estava querendo dizer a Pedro: "Os discípulos fugiram, o teu Mestre foi preso, e tu? Que dizes acerca disso? Retém a tua fé nesse nazareno?" Muitos fogem da realidade de servir a Deus com um espírito reto, o nosso Mestre está "preso", sim preso na galeria das lendas por aqueles que refutam a Sua existência, e nós? Qual é a nossa posição diante disso? Mesmo que muitos queiram reduzir às cinzas a nossa firme convicção no Salvador, devemos dizer com clareza de palavras que somos seguidores de Cristo, e que Ele verdadeiramente vive! Está à destra da Majestade nas Alturas (Marcos 16.18ss; Hebreus 1.2,3) e no coração de todo aquele que guarda os Seus mandamentos (João 14.21-23). Aleluia!!!
Quando a porteira perguntou a Pedro se ele era discípulo de Cristo queria saber por que um seguidor de Cristo estava se "aquentando" entre os outros (João 18.18,19), como quem tava querendo dizer: "Se tu és discípulo deste Homem, por que estás entre aqueles homens?"; Percebe-se aí que todo aquele que, verdadeiramente serve a Deus,não tem sociedade com quem anda na impiedade deste mundo, mas, procura fazer a diferença glorificando ao Senhor em todas as áreas da sua vida (Salmos 103.1; 1 Coríntios 10.31). A igreja neste mundo é como um barco em auto-mar: o barco está nas águas, mas, as águas não estão no barco; tal qual é a igreja, ela está no mundo, mas, o mundo não está nela. Façamos a diferença, pois, o Senhor Se agrada daqueles que O temem dando testemunho do seu amor perante a sociedade.
Somos verdadeiramente seguidores de Cristo? Estamos confessando com veemência o Seu nome perante os que não O temem? Muitos estão por aí, a querer saber a razão de nossa firme convicção de servir a Deus, entretanto, devemos ser autênticos, nada tendo que temer, mas demostrando nosso viver piedoso diante da sociedade, tão desviada de Deus.

quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Cristo, o fundamento insubstituível da Igreja

1 Coríntios 3.11

Perseguições, torturas, prisões e até mortes, essas e outras ferramentas usadas pelo adversário das nossas almas com o objetivo de obstruir a caminhada da Igreja do Senhor Jesus Cristo; o Divino Mestre categoricamente asseverou aos Seus seguidores que eles haviam de passar por aflições (João 16.33). E tendo Ele dado as últimas recomendações, ascendeu-Se ao Céu, deixando os primeiros discípulos preparados para trilharem a espinhosa trajetória do amor ao Evangelho, todavia, estavam eles debaixo de uma grande certeza: as portas do inferno não prevaleceriam contra a Igreja (Mateus 16.18).
O próprio Jesus foi enfático ao dizer: "... as portas do inferno não PREVALECERÃO contra ela"; de forma inplícita, o Senhor declarou que o Seu povo sentiria os flagelos de satanás, os seus ataques; sim, Jesus estava dizendo que a Sua igreja não estaria livre dos ardis do diabo. À medida que ela erguesse a bandeira do Evangelho, o destruidor colocaria em ação seus planos malévolos na sua intenção maligna de estagnar a caminhada do povo a quem o Senhor Deus escolheu. Não obstante, a palavra final é que o inferno não terá vitória sobre o povo de Deus; o diabo sempre lutará, mas nunca prevalecerá.
Temos uma razão de sempre vencermos: Jesus, o fundamento insubstituível da Igreja. O apóstolo Paulo fala, com clarividência, que "ninguém pode pôr outro fundamento, além do que já está posto" (1 Coríntios 3.11). Se a igreja estiver alicerçada emoutro fundamento que não seja Cristo, por certo, ela estará sujeita ao fracasso e a sua identidade mutilada pelos escândalos e difamações que muitos, assim, investirem; logo, ela minguará, perdendo os valores morais e cristãos (o que, de certa forma, vem acontecendo em virtude muitos não obedecerem em tudo à sã doutrina).
O fundamento da Igreja é Cristo; unicamente Cristo, incomparavelmente Cristo, irrefutavelmente Cristo, indubitavelmente Cristo, incontestavelmente Cristo e verdadeiramente Cristo! A Igreja, como pregoeira da verdade, sofre a pressão da sociedade, modernizada e mundanizada, como também os terríveis choques de incredulidade na mídia e nos jornais. Artigos lançados contra os pastores (sendo nós, é claro, reconhecedores de que alguns não procedem segundo a verdade do Evangelho, tendo, por isso, acusações expostas), obreiros da seara do Mestre sendo expostos ao ridículo por homens detratores, os quais, tentam reduzir às cinzas a identidade do povo de Deus. A Palavra do Senhor nos diz: "Toda ferramenta preparada contra ti não prosperará; e toda lingua que se levantar contra ti em juízo, tu a condenarás..." (Isaías 54.17). Jesus é a razão do triunfo da igreja! Aleluia!
A Igreja está alicerçada em um fundamento maior e indestrutível: Cristo. Portanto, nenhuma investida do maligno subsistirá contra o povo do Senhor. Com isso, não temos que temer os ataques do diabo, maior é Deus é Deus é maior. Acusações, difamações e outras coisas mais, nada impedirá do povo salvo seguir o seu caminho rumo à Jerusalém Celestial; porque "se Deus é por nós, quem será contra nós"(Romanos 8.31)?