segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lições extraídas em 2 Rs 7

Convicto de que a Palavra de Deus é uma fonte inesgotável de sabedoria, ao meditar no episódio narrado em 2 Rs 7, pude exaurir do texto em relevo lições de suma importância para a nossa edificação.
Visto que a fome era grande em Samaria a ponto de o canibalismo ser praticado entre os seus habitantes, o profeta Eliseu vaticinou a abundância de alimentos a sobrevir no dia seguinte (2 Rs 7.1). A fome era avassaladora, portanto, em um período como este que provocou tamanho desespero nos samaritanos, confiante, Eliseu prediz uma grande abundância.
Eliseu é um exemplo de alguém que, debaixo da autoridade divina, domina situações e encara problemas em razão de sua segurança confiante em Deus. Quando confiamos em Deus e O obedecemos recebemos dEle autoridade a fim de dominar situações, administrar conflitos e encarar problemas de forma sábia e confiante e superar dilemas, visto que assim faz o Senhor aos que obedecem aos Seus mandamentos (Dt 28.13).
Ouvindo o vaticínio que fizeram o homem de Deus estava um capitão em cuja mão o rei se encostava; ouvindo ele a predição de Eliseu, evidenciou sua incredulidade, ao que Eliseu lhe replicou que ele veria, porém, não comeria (2 Rs 7.2). Mal esperava tal homem a tragédia que lhe ocorreria por não haver crido na palavra profética! Enquanto a fé nos leva a participar das bençãos, e incredulidade nos distancia delas privando-nos do gozo das bençãos do Senhor. Esse personagem é um forte exemplo de alguém que desdenha a voz profética. Não façamos assim, pois, da maneira como a Bíblia diz: "Não desprezeis as profecias" (1 Ts 5.20), também diz: "... crede nos Seus profetas e prosperareis" (2 Cr 20.20).
À entrada da porta de Samaria haviam quatro leprosos, os quais, diante de uma calamitosa situação que faziam prever a sua morte, ainda se levantaram indo para o arraial dos siros e, vendo que estes não estavam lá, logo se surpreenderam ao encontrarem alimentos, vestimentas, ouro e prata; tomando eles algumas destas coisas para esconderem, logo redarguiram: "Não fazemos bem; este dia é dia de boas-novas e nos calamos" (2 Rs 7.9). E, sendo assim, participaram essas coisas ao rei de Israel. Sejamos semelhantes as estes leprosos, mesmo diante de situações imprevisíveis, levantemo-nos e tomemos posse daquilo que foi outorgado por Deus sem deixar de partilhar com o próximo.
Podemos imaginar a maneira como os siros ficaram aterrorizados ao ouvirem ruídos de cavalaria se avizinhando deles. Era o Senhor confundindo os inimigos do Seu povo fazendo com que eles não prevalecessem sobre Israel. Bem-aventurado aquele que confia no Senhor e guarda os Seus mandamentos! Ele o livrará no dia mal de modo que não venha a perecer.
Confiemos em Deus enos esforcemos, porque, certamente Ele nos será por auxílio.

Nada substitui a Palavra de Deus!!!

No mundo globalizado como este, em que a inversão de valores tornou-se o carro-chefe da sociedade, percebemos que os verdadeiros princípios morais e cristãos já não ocupam mais o seu devido lugar como antigamente. Olhando as comunidades de fé, o panorama que ela vem apresentando é degradante, um tanto, escandaloso. Está tudo tão confuso! As coisas não estão mais no seu devido lugar! Falta sabedoria! Visão construtiva à luz dos ensinos bíblicos! E comprometimento total da parte dos líderes eclesiásticos em ensinar a Palavra de Deus na sua originalidade. Todas estas coisas estão escassas.
Infelizmente, as comunidades de fé - não todas - entraram por um caminho diferente, em contraste com o ensino das Escrituras. Julgando serem "pentecostais", "cheias do poder de Deus", deixaram introduzir no seio da igreja certos modismos discrepantes e um absurdo de "movimentos" enfadonhos que só enchem a mente, agitam o corpo, mas, não edificam a alma. Muitos são os que, indo para a Casa do Senhor, voltam da mesma forma como entraram. Já não há transformação genuína, no lugar de pregações ungidas, sermões enfadonhos, desprovidos da unção e da graça divinas, sem nenhum resultado efetivo. Tudo é rotina; enquanto a verdade não for exposta, os modismos prevalecerão, os tais movimentos forjados pela emoção se tornarão ainda mais manifestos e a Palavra de Deus, "viva, e eficaz" (Hb 4.12), relagada a uma posição inferior.
A igreja parece ter se divorciado de Cristo enquadrando-se nos padrões mundanos, adotando o seu sistema corrupto em desprezo aos mandamentos bíblicos. Precisamos entender que, uma vez resgatados deste mundo de pecados, igreja e pecado não combinam!!! Há também aqueles que, por não conhecerem o poder de Deus, o interpretam como sendo manifestos por meio de certas práticas levianas, na maioria das vezes, fruto da emoção. Profetizam quando não devem profetizar, relatam visões que não tiveram e transmitem revelações quando não as receberam! Não sou um crítico do movimento pentecostal, creio no poder de Deus, na poderosa manifestação do Espírito Santo bem como no exercício e atualidade dos dons espirituais, mas também creio na poderosa, infalível e inerrante Palavra de Deus! Por que não crê nesta da maneira como se crê nas outras coisas?
Portanto, mesmo diante dos muitos absurdos que vemos na igrejas, nada, absolutamente nada substitui a Palavra de Deus!!! Ela é o alimento para a alma, o caminho para o perdido e a água salutar para quem está sedento.

domingo, 28 de novembro de 2010

É inútil orar...

Há quem pense que a oração seja a base de um testemunho genuíno. Esta mensagem não existiria se eu não observasse, nestes 11 anos que sirvo ao meu Senhor, homens que, camuflados na aparência, escondem de muitos a realidade da sua vida cotidiana, contraditória aos ditames da Palavra de Deus. Vi e ainda vejo pregadores e cantores que são capazes de arrebatar multidões com seu dom extraordinário; oram, jejuam, se consagram pensando os tais que por fazerem estas coisas Deus irá tolerá sua crença mesquinha acompanhada de práticas absurdas que entristecem ao Espírito de Deus. Não é bem assim como muitos pensam.
Como um autêntico estudioso das Escrituras Sagradas, reconheço muito bem a importância da oração na vida cristã, porém, a grande maioria dos nossos companheiros na fé precisa entender que o testemunho de vida é superior a prática da oração; visto que orar é mandamento bíblico (1 Ts 5.17), obedecer também deve fazer parte do vocabulário cristão (1 Sm 15.22). Oremos, busquemos a face do Senhor, entretanto, não nos esqueçamos da responsabilidade de nos harmonizar com os preceitos da Palavra do Deus Eterno, porque isto é bom e agradável diante dEle.
Vejo ao meu redor excelentes pregadores, os quais, no uso de uma oratória eloquente e recheada de uma profunda sabedoria, conquistam a atenção, admiração e o prestígio dos seus ouvintes. Todavia, nunca pensaram estes no modo de vida que eles levam dentro da sua casa. Na igreja, excelente obreiro, na sua casa, péssimo pai de família!!! Às vezes perguntamos para nós mesmos e para Deus por que almas não são salvas em nossas igrejas como antigamente e a resposta é a falta de sensibilidade no que diz respeito ao fato de viver de forma correta diante de Deus.
Olhando para estas coisas recordo-me da parabóla da figueira infrutífera, a qual, certo homem a plantou na sua vinha; porém, indignou-se por não achar nela fruto algum (Lc 13.6-9). À semelhança dessa figueira são muitos; não tem virtude, antes, procedem de forma escandalosa ao Evangelho envergonhando o santo nome de Jesus Cristo. A dupla personalidade virou epidemia nas comunidades de fé, ainda mais da parte desses que, do púlpito das igrejas, clamam contra o pecado, porém, nunca o aborreceram em seu coração. Logo a verdadeira profissão de fé se tornou escassa ao passo que a falsa aparência, evidência do excesso de religiosidade, ganhou terreno levando-nos a uma cnclusão: já não se faz mais crentes como antigamente!
Por isso, em razão da hipocrisia, da fé fingida, da aversão à Palavra de Deus e da falta de compromisso com o Eterno só tenho a dizer: é inútil orar... quando não obedecemos... quando o nosso padrão de moral não condiz com as Escrituras Sagradas... e quando não nos comprometemos em andar na direção de Deus! De nada adiantará tanta oração se não O seguirmos com toda a prontidão de espírito.

sábado, 20 de novembro de 2010

Um estudo em Salmos 128

Salmos 128.2 Pois comerás do trabalho das tuas mãos, feliz serás, e te irá bem

A Bíblia Sagrada é explícita em ensinar que o segredo para um vida vitoriosa consiste em temer ao Senhor e andar nos seus caminhos (Sl 128.1). E, como consequência, as bençãos do Criador repousará sobre nós em todas as áreas da nossa vida, mormente no âmbito familiar.
Segundo o salmista, o homem que ocupar o seu coração no temor do Senhor terá bom proveito do trabalho das suas mãos. Isto é, trata-se de algo do qual ele extrairá bons resultados, porque Deus o fará bem sucedido naquilo que ele fizer. Esta passagem bíblica nos leva a grandes significados no tocante ao cumprimento das promessas do Eterno sobre aqueles que Lhe obedecem. Vejamos:
1) Uma esperança correspondida - Quem tem esperança de alguma coisa, tem em si motivação de lutar por aquilo que lhe deixa esperançoso e certo de que irá conseguir. A isso também chamamos fé (Hb 11.1). Pois, do contrário, como se sacrificaria alguém sabendo que nada obteria? A esperança nos induz à luta, ao mais árduo sacrifício, porém, com excelentes resultados.
2) Um trabalho próspero - Essa benção estava na vida de Isaque (Gn 26.12,13); também estava sobre José (Gn 39.1-6). Em tudo o que faziam, Deus honrava seus esforços desmedidos com abundantes bençãos diante de todos quantos lhes viam.
3) Um trabalho sob as ricas promessas do Senhor - A certeza de um trabalho proveitoso e gratificante provém da atitude do homem em andar na direção divina. Pois, quando assim fazemos, Suas promessas pesam sobre nós, sobre nossa família, sobre tudo o que temos e fazemos.
Que o temor do Senhor se apodere de nossa alma a cada instante e que não trilhemos em outras veredas senão as veredas do Pai Eterno!

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Não posso duvidar!

Tiago 1.6 "... porque o que duvida é semelhante à onda do mar, que é levada pelo vento e lançada de uma para outra parte."


A dúvida nos leva a grandes fracassos, a fé nos leva a coisas impossíveis (Hb 11.1,2). A dúvida nos faz olhar para o problema, a fé nos faz olhar para Deus (Hb12.2). A dúvida nos faz sentir a terrível dor de um sofrimento, a fé nos faz sentir o gosto da vitória. A dúvida é a base construtiva da vida de um fracassado, a fé é o alicerce de um vencedor que jamais pensa em desistir. Devo, portanto, parar e refletir: não posso duvidar!
A que poderei comparar a dúvida? A uma bebida inebriante, a qual, todo aquele que a ingere torna-se vacilante e tropeça em seus passos. Da mesma forma é o que não confia seguramente na providência divina entregando-se a pensamentos vãos que não edificam e que nos fazem regredir diante de tantas adversidades. A comparação usada por Tiago na sua carta é digna de nota e, portanto, vale a pena ser examinada.
1)A onda do mar é inconstante - Quem duvida não tem uma visão ampla no que respeita as promessas de Deus. Sua alegria é qual fogo de palha: logo se apaga. Toda pessoa que possui sua alma entregue a dúvida nunca vai além. É inconstante como a onda do mar. Agora, impetuosa, mais adiante, volta como era antes. Quantos que começam e não terminam?! Quantos que nunca saíram do primeiro degrau das escadarias da vida?! O apóstolo Paulo nos admoesta dizendo: "... sede firmes e constantes..." (1 Co 15.58).
2)A onda do mar é momentânea - Nem sempre a onda do mar é revoltosa e agitada. Às vezes, ela se apresenta desta forma como já foi assinalado, depois, é bonança e quietude. Assim são os duvidosos: num momento crê, noutro, não. Sua vida é sempre vacilante, seus pensamentos são confusos e sempre age indecisamente por não tomar um rumo certo. "Não pense tal homem que receberá do Senhor alguma coisa" (Tg 1.7).
3)A onda do mar é conduzida pelo vento - O duvidoso nunca tem passo firme, porque deixa se iludir com a "monstruosidade" das circunstâncias da vida. Sua companheira é a insegurança, seu parente mais próximo é a perturbação de espírito porque sempre está atrelado aos dissabores da vida, levado de uma para outra parte pelo vento das incertezas; mas do que nunca devemos solidificar a nossa fé no ensino das Escrituras.
O espírito da dúvida tem conduzido muitos ao fracasso por não aprenderem a confiar em Deus no ato da oração bem como nas atrocidades do dia-a-dia. É necessário crer (Hb11.6), nunca esmorecer (Lc 18.1-7), do contrário, estaremos propenso a grandes e perigosas frustrações. Não podemos duvidar!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Por que devemos congregar?

Hebreus 10.25 "Não deixando a nossa congregação como é o costume de alguns..."

O povo de Deus perece por falta de conhecimento (Os 4.6). Muitos, devido o desinteresse pelo ensino bíblico, procuram se abrigar em uma tese absurda de que "igreja não salva". Como um bom entendedor da Bíblia, reconheço que a afirmação em sim é coerente. O incoerente é que a maioria de muitos crentes tomam isso como motivo para abandonar a congregação. Atitude esta que fere a Palavra de Deus. Vejamos nas Escrituras a importância de se congregar:
1) Congregar é mandamento bíblico - Ora, mandamento não se cumpre por opção e sim por ordenação. Faço não por minha escolha, mas porque sou ordenado por alguém superior a mim. O escritor da carta aos Hebreus exorta os mesmos a não deixarem suas congregações. Bem sabemos que congregção não salva, porém, do momento em que não atentarmos para este santo dever, seremos negligentes e a nossa salvação estará correndo risco (Hb 10.25).
2) Congregar é dever de quem tem compromisso com o Senhor - O escritor claramente exortou os irmãos hebreus a não deixarem a congregação como era "costume de alguns". Nossa conduta tem que estar em paralelo com a Palavra de Deus e não baseada em pessoas cujo testemunho de vida estão em pleno descompasso com o ensino das Escrituras, em outras palavras, fazer como muitos que dizem: "se o fulaninho não vai, eu também não vou". Na Bíblia está escrito que devemos olhar para Jesus (Hb 12.2).
3) Congregar é um dever prático, nunca obsoleto - Enquanto muitos adotaram o costume de não frequentarem mais as reuniões, o autor da epístola admoestava os santos a nunca deixarem tal hábito agradável diante de Deus. Isso não significa que não devamos nos preocupar com aqueles que já desvaneceram quanto a esta prática, mas, ajudá-los em oração, olhando sempre por nós mesmos e admoestando "uns aos outros; e tanto mais, quanto vedes que se vai aproximando aquele grande dia" (Hb 10.25), ou seja, sermos zelosos nesta prática cada vez mais como se o Dia do Senhor estivesse mais perto do que imaginamos.
4) Congregar é consolidar a unidade coletiva da igreja - A palavra grega para congregação é espisunagoge. O mesmo termo é usado em 2 Ts 2.1, também significando "reunião". Congregar é reunir, é renovar, consolidar, preservar a unidade da fé e da comunhão de forma coletiva (Sl 133.1). Congregar expressa a forma unânime dos santos se ajuntarem com o objetivo de adorarem ao Senhor, tributando-Lhe louvores; sim, algo feito com sinceridade (Mt 18.20) visando o engrandecimento daquEle que se agrada dos que vão à Sua Casa.
Muita gente se dispõe para ir a um baile, a uma danceteria, usando a melhor roupa e o melhor perfume sem falar na questão do horário; como são pontuais! Mas, para ir à Casa do Senhor é sempre de forma relaxada! E quando vamos nem sempre apresentamos ao Senhor um culto racional que Lhe agrade. Que o Senhor nos desperte quanto a essas coisas a fim de que sejamos mais zelosos, pois, o Grande Dia se aproxima!

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

As verdadeiras modalidades de um discípulo

O significado mais conhecido da palavra discípulo é: "aquele que aprende de um mestre e segue". Logo, o verdadeiro discípulo de Cristo não só aprende como também segue as pisadas de seu fiel discipulador. Homem nenhum em toda a história da humanidade tivera tanta audácia como Jesus ao dizer: "... aprendei de mim..." (Mt 11.29). Logo, bom mestre, bom discípulo! Bom ensinador, bom seguidor!
Só um discípulo que verdadeiramente nasceu de novo poderá dizer o mesmo que Nicodemos: "... bem sabemos que és Mestre vindo de Deus..." (Jo 3.2). Quem assim O reconhece, certamente compromete a sua vida a obedecer-Lhe em tudo quanto o Mestre Jesus lhe ensina. Doravante, veremos nas Escrituras as verdadeiras modalidades de um discípulo de Cristo.
1) Humildade: "Não é o discípulo mais do que o seu Mestre... " (Mt 10.24) - O próprio Jesus patenteou em Si essa qualidade (Mt 11.29). A humildade é a evidência de uma vida dosada de simplicidade, sem presunção, sem soberba, enfim, desprovida de todo gesto jactancioso. Sejamos humildes, pois, quem assim procede recebe honra (Pv 15.33; 18.12), atrai a atenção de Deus (Sl 138.6) e goza do Seu favor divino (Tg 4.6).
2) Obediência: "Se vós permanecerdes na minha palavra, verdadeiramente sereis meus discípulos" (Jo 8.31) - A obediência e persistência nos princípios da Palavra de Deus caracteriza o verdadeiro discípulo de Cristo ante à sociedade distanciada do seu Criador. Só teremos uma vida vitoriosa e recheada de bençãos se obedecermos, irrestritamente, à Palavra do Senhor (Dt 28.1-14).
3) Submissão - Nossa obediência só sera completa se for acompanhada de submissão: "Senhor, para quem iremos nós? Tu tens as palavras da vida eterna" (Jo 6.68). É a convicção de Simão Pedro em reconhecer o Senhorio de Cristo. Somente um fiel discípulo de Cristo, submisso, atentará em andar na direção divina sabendo ser esta a única trajetória rumo ao Lar Eterno.
4) Maturidade: "O discípulo não é superior a seu mestre, mas todo o que for perfeito será como seu mestre" (Lc 6.40) - A palavra perfeito, no Novo Testamento, se traduz por maturidade, sinônimo de entendimento. Só um discípulo maduro e entendido se firmará nos valores cristãos elucidados nas Escrituras Sagradas, porque ele bem sabe que "o caminho da vida é para cima" a fim de desviar "do inferno que está embaixo" (Pv 15.24).
5) Amor: "Nisto conhecereis que sois meus discípulos, se vos amardes uns aos outros" (Jo 13.35) - O amor é o cerne do verdadeiro Cristianismo. Sem ela, cristianismo vira fanatismo e nos tornamos como árvores infrutíferas perante o Senhor. Paulo afirma que o amor é a dívida que temos para com o próximo (Rm 13.8). Na falta do amor genuíno, a vida cristã se torna nula (1 Co 13). Vivamos esta verdade! Bem-aventurado é aquele que ama segundo os preceitos do Todo-Poderoso.
É hora de seguir aquilo que aprendemos do Maior de todos os mestres! Isso é o que, de fato, agrada a Deus: seguidores! E não meros admiradores que conhecem a Palavra de Deus e não a praticam.